Arquivos para o mês de: setembro, 2007

Ela tem 8, ele tem 5.  Eles destroem nos scratches nas pick-ups. Se todo mundo quer ser DJ, juntos eles mostram que dá pra começar muuuuuito cedo.

Do you wanna scrat-scrat-scratchin’?

Chupado diretamente do Todo DJ já Sambou.

 Postado por Raul Aguilera

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birthday.jpgPrezados leitores e ilustres colegas de .::musicness::. Este post é um convite a vocês participarem da celebração (atrasada) dos 30 anos deste blogueiro e do amigo Rudney Flores (sobre esse melhor não comentar a idade). A festança vai acontecer no próximo sábado, dia 6 de outubro, no V.U. Bar (Rua Manoel Ribas, 146, em frente ao prédio da Brasil Telecom).

A discotecagem é por conta dos aniversariantes, que irão desfilar todo seu repertório bizarro de indie/rock/baião através de mixagens pra lá de toscas. Mas o importante é que a cerveja vai estar gelada.

Postado por Diogo Dreyer

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O site Eletrogralha chega ao seu quinto ano com festerê no Oxxy Club neste sábado (29/09). Saca só o line up:

HIP HOP HOUSEELETROTECHNOTRANCE

22:00 Anaum Vs MK (Hip Hop)
22:45 Raul Aguilera Vs Fernando Ribeiro (House)
23:30 Rolldabeetz (Electro)
00:15 Shitsu & Spawn (Electro)
01:00 Factorize Live (Progressive)
01:30 Rodrigo Nickel Vs Crash (Minimal / Electro)
02:15 Makumba Vs Betinho (Tech House)
03:00 Mateus B Vs Bad (Techno)
03:45 Rafael Araujo (Acid Techno)
04:30 Maniac Contact Live (Full On)
05:00 IShaq Vs Psapo Vs Socrático (Full On)
05:45 Kamadon Live (Full On)
06:15 Edsinho Vs Gordinho Vs Tribeman (Full On)
07:00 Ahlan Vs Delara (Full On)
07:45 Biel Vs Jeff (Minimal)

Quer ir? Mais infos aqui.

Postado por Raul Aguilera

cattaneo.jpgCom festa no Castelo do Batel, o clube curitibano Eon faz festa de aniversário de 1 ano. A atração principal é o argentino Hernan Cattaneo, destaque da cena da house progressiva. Completam o line-up dos DJs, os paulistas Luiz Eurico e Paulinho Boghosian,e também o curitibano Paulo Antônio. Infos sobre ingressos aqui.

Postado por Raul Aguilera

Aproveitando o furor em torno do suposto vídeo pornô caseiro da baterista do White Stripes, o .::musicness::. (que não é bobo nem nada) aproveita para aumentar seus acessos publicando para os ávidos caçadores de fofocas de plantão o clipe de You Don’t Know What Love Is, segundo single do novo álbum de Meg e Jack White, Icky Thump.

Postado por Diogo Dreyer

The Flaming Lips at The Paramount - Seattle, WA

Apesar do show ter acontecido na última quinta-feira (19/09), ainda acho que vale um post (mesmo que no blog emprestado do pessoal do .::musicness::.) do divertidíssimo show do Flaming Lips em Seattle. Depois de mais de uma década sem se apresentar na cidade do grunge, o frontman Wayne Coyne, o multi-instrumentista Steve Drozd e o baixista Michael Ivins trouxeram o melhor da banda em um show de pouco mais de uma hora e meia de duração.

Com o incomparável estilo Lips, o palco foi tomado por alguns sortudos fãs e integrantes da psicodélica Black Moth Super Rainbow – banda que abriu o show – fantasiados de alienígenas e Papais Noéis. Além, é claro, de vários balões coloridos, punhados de confete, gelo seco e um telão que revezava vídeo clipes da banda, alguns desenhos e close-ups de Wayne.

The Flaming Lips at The Paramount - Seattle, WA

O show começou com com a já famosa “space bubble”, uma enorme bola transparante que carrega Wayne por entre a multidão, seguido do hit Race for the Prize, do aclamado disco The Soft Bulletin. Apesar do lineup ter sido quase o mesmo que a banda apresentou no festival Bonnaroo, em junho, Wayne cativou o público em Seattle com seus discursos anti-Bush (The Yeah Yeah Yeah Song) e sua filosofia de sempre ajudar o próximo e querer o bem uns dos outros (para aqueles que esqueceram os bons modos).

A apresentação do Lips atigiu seu age quando Wayne pediu para todos cantarem em uníssono Yoshimi Battles the Pink Robots. Sem nenhum instrumento musical acompanhando a melodia, a saga de Yoshimi ecoou no pomposo salão principal do teatro Paramount, um dos mais antigos e belos de Seattle. O show seguiu misturando antigos hits com alguns mais recentes. Destaque para Waitin’ for Superman, outro single do The Soft Bulletin, The Radicals e The W.A.N.D., do mais novo álbum do trio, At War with the Mystics. E, para comemorar os dez anos de lançamento de Zaireeka, o box experimental de quatro CDs que podem ser ouvidos separadamente ou em grupos de dois, três ou quatro simultaneamente com múltiplos aparelhos de som, o trio arriscou uma das faixas, com Steve detonando nos teclados.

E quando todo mundo esperava mais, Do You Realize?? encerrou a apresentação dos Lips. Mas, como de costume, não demorou muito e o trio voltou ao palco com, talvez a música mais tocada de toda a carreira do Lips. She Don’t Use Jelly levou o público a loucura. A platéia, não satisfeita, pediu mais um. E não é que eles aceitaram? Wayne e companhia voltaram para mais um bis, dessa vez, o final. Mas, ao invés de tocarem uma canção dos Lips, o trio voltou com a cover de Moonlight Mile, dos Rolling Stones.

The Flaming Lips at The Paramount - Seattle, WA

Para quem não teve a chance de ver a banda ao vivo, confira o novo DVD U.F.O.S. at the Zoo – The Legendary Concert in Oklahoma City, lançado aqui nos Estados Unidos no mês passado.

Texto e fotos da amiga do blog e recém-adicionada como colaboradora Ana Karina Sato.

Começa hoje o Projeto E_squina no Sesc da Esquina em Curitiba. Com espaços para palestras, workshops, exposiçoes, tem até debate com DJs profissionais na quarta-feira (26/09/07). No mesmo dia tem outro destaque da programação: apresentação do projeto de chill-out Pedra Branca.

Mais detalhes no site do Sesc.

E eis que acesso os blogs de fofoca indie nessa manhã e percebeo que a internet foi varrida pela notícia de que o verdadeiro motivo do cancelamento da atual turnê do White Stripes não teria sido o estresse sofrido pela baterista Meg White como foi anunciado há algumas semanas, mas sim, um vídeo pornô da moça que teria vazado na rede. Se quiser ver umas imagens picantes do vídeo, clica aí abaixo.

O vídeo mostra uma mulher que realmente parece com a baterista, mas os representantes da moça desmentiram que seria ela:

“Some people have a very twisted sense of humor and this prank is in particularly bad taste. The tape circulating on the internet as featuring Meg White is fake. It’s definitely not Meg.”

Bem, cá este blogueiro acha que realmente o vídeo deve ser fake, mas não porque os representantes dizem isso (afinal, estão apenas fazendo seu trabalho, negando). Por outro lado, que motivos teria ela para ficar estressada? Malemal toca a batera nos shows do White Stripes. Além disso, a banda estava em stand by até dias desses, enquanto Jack White corria o mundo com o Racounters.

Agora, pergunta que não quer calar: se o vídeo for verdadeiro, seria Jack o rapaz “sem cabeça” por trás de tudo? Nota: leia-se esse “por trás” no mal sentido, mesmo.

Meg White Sex Tape 1

Meg White Sex Tape 2

Postado por Diogo Dreyer

Se você é um ávido garimpador de novidades musicais deve passar por um fenômeno semelhante ao que acontece comigo: vira e mexe meu HD fica cheio de músicas de bandas que, segundo os blogs indie e a imprensa mais antenada, são a última pitada da graça que Deus espalhou pela Terra para lembrarmos de sua grandiosidade, mas que na hora em que topamos com elas, não empolgam nada e dificilmente passam por mais de três audições.

Confesso, porém, que não é raro que isso implique em muitas injustiças. Lembro de não ter achado grande coisa quando ouvi Arcade Fire e TV on the Radio pela primeira vez. Por isso, deixe de lado o preconceito e dê uma conferida nesse The Weekend Shuffle Mix que traz as bandas indies mais incensadas no mundinho blogger e descolado e tire suas próprias conclusões.

A primeira novidade se chama A Place To Bury Strangers, vem de Nova York, mas parece ter uma adoração tremenda pelos irmãos Jim e William Reid, tanto que o álbum parece ser de inéditas do Jesus and Mary Chain. A semelhança é incrível e o disco homônimo dos caras é denso e barulhento pra caramba, devendo agradar os nostálgicos de plantão. Por falar em nostalgia, o figura Josh Ritter está com disco novo, The Hystorical Conquests of Josh Ritter. Ritter é um baita músico e nesse álbum traz um balaio de gato de referências rock sessentistas bem convencionais. Disquinho gostoso e sem surpresas.

Na contramão do óbvio vem o pessoal do Animal Collective, que com seu Strawberry Jam prova que indie americano gosta mesmo de bizarrice, experimentação e capas bem feias. Tudo bem diferente dos ingleses. Ou seja, o álbum é legal e tal, mas não se impressione se daqui a três meses você não lembrar mais dele. Essa avaliação serve quase que igualmente para os discos novos do canadense Caribou (aka Daniel V. Snaith) e dos australianos do Architecture in Helsinki, intitulados, respectivamente, Andorra e Places Like This. O primeiro com uma pegada mais eletrônica e o segundo misturando de batuque aborígene até furadeira.

A próxima banda da lista do TWSM dessa semana se chama Pinback. Vem de San Diego e, apesar de não ter muita visibilidade no Brasil, é uma das bandas “alternativas” que mais tem fãs na Califórnia, vindo da mesma escola musical do Dandy Warhols. O site deles, decorado com o tema do disco novo, Autumn of the Seraphs, ficou bonitão e vale uma visita.

O Mix tem ainda o Probably Vampires, banda dona do nome mais legal do ano e que nem disco tem ainda, o Okkervil River, que faz um sonzinho bem honesto mas deveras superestimado com seu The Stage Names, e o Black Lips, garotada que andou muito de skate e que ouviu Sex Pistols demais até lançar Good Bad Not Evil.

O TWSM traz também faixas dos discos novos do The Go! Team (Proof of Youth), Super Furry Animals (Hey Venus!) e da PJ Harvey (White Chalk). O álbum da moça até merece um aparte, já que ela abandonou as guitarras, adotou o piano e parece estar pleiteando uma vaga no Portishead. Disquinho prá lá de deprê.

MP3 – A Place To Bury Strangers | Don’t Think Lover
MP3 – Josh Ritter | Rumors
MP3 – Animal Collective | Peacebone
MP3 – Caribou | Melody Day
MP3 – Architecture in Helsinki | Heart It Races
MP3 – Pinback | Good To Sea
MP3 – Probably vampires | Every Single Time (via musicforants.com)
MP3 – Okkervil River – Unless It Kicks (via musicforants.com)
MP3 – Black Lips | Cold Hands
MP3 – The Go! Team | Doing It Right
MP3 – Super Furry Animals | Neo Consumer
MP3 – PJ Harvey | The Devil

Postado por Diogo Dreyer

Notícia quentinha trazida até você por .::musicness::.

O DJ, produtor e hitmaker norte-americano Diplo, considerado o embaixador de bandas e DJs brasileiros no exterior, se apresenta pela primeira vez em Curitiba no dia 20 de outubro. O figura vem a convite da festa Digital Rock, do amigo André Sakr, que este ano ganhou o reforço do “jóvem” Heros Schwinden na produção. A Digital traz ainda a dupla Flávia Durante e Hector Lima, da “bombada” festa santista Popscene, o colega de blog Gil Riquerme, os cariocas do The Twelves, e as estréias dos curitibanos Bo$$ in Drama e Our Gang. Este último é o projeto novo do André Sakr e do Alec, dois ex-E.S.S. Estou louco para ver que som sai disso aí.

Diplo

Diplo
Cultuado nos Estados Unidos como DJ e fundador de um dos selos mais interessantes da atualidade, a MAD DECENT, DIPLO também é conhecido por seu trabalho de produtor e namorado da “megastar” M.I.A. e por ter descoberto e guiado o trio Bonde do Rolê de Curitiba para o mundo. Com uma paixão declarada pelo Brasil, o DJ também traz ao TIM Festival seu set onde mescla de forma impecável remixes que vão de The Cure à Daft Punk.

Popscene Djs (SP)
FLÁVIA DURANTE e HECTOR LIMA são os criadores e Djs residentes da Poscene, a festa mais “bombada” de Santos hoje. Em paralelo, Flávia mantém uma coluna semanal no site Erika Palomino, articula a lista de discussão sobre cultura pop mais famosa do país e presta assessoria de imprensa aqui no Brasil para artistas internacionais de peso, como Arcade Fire e o próprio Diplo. Já Hector edita um concorrido blog, produz remixes e mashups para rechear seu case e mantém o aclamado comic book The Major. Além disso, ambos ainda arrumam tempo para viajar por aí chacoalhando a pista em clubes como Vegas, Milo e Studio SP.

The Twelves (RJ)
A história do Twelves mudou quando eles tiveram a idéia de fazer um remix de “Boyz”, canção que está no recém-lançado disco da cantora/MC M.I.A. Os dois arrumaram uma versão só de vocais da música e deram à faixa um clima de pista que resultou em um dos remixes do ano. A partir dali, alguns blogs gringos publicaram a faixa em suas páginas, o zunzunzum levou o remix até a Radio 1 (da britânica BBC), e resultado é que os rapazes já estão sendo sondados pela Modular Records, (Wolfmother, Klaxons e Cut Copy). O som da dupla traz influências de Daft Punk, Röyksopp, Vitalic, Clor, Cut Copy e Goldfrapp.

Our Gang
André e Alec são remanescentes de uma das mais respeitadas bandas do circuito independente nacional, a E.S.S. Após o fim do grupo, ambos resolveram botar a mão nos synths e fazer o que mais gostam: música pop dançante, com influências que vão de Michael Jackson à MSTRKFRT. Não poderia haver ocasião melhor para um show de estréia do que a Digital Rock, afinal a festa foi por anos o palco onde a E.S.S. consolidou carreira e público, numa relação mais do que especial.

Bo$$ in Drama
Essa grata revelação também surgiu da dissolução de outra importante banda curitibana, a Gomma Fou. Depois de se apresentar no palco principal do Motomix e correr o país com a Gomma, o garoto Péricles sentiu que precisava dar um novo direcionamento ao som, e o resultado é um trabalho solo espetacular que remete ao French House de Daft Punk, Stardust e Kavinski. Mais um show de estréia para provar que na Digital o significado da expressão “fresh” é seguido ao pé da letra.

DIGITAL ROCK – EDIÇÃO 10/2007
Data: 20 de outubro.
Local: Oxxy Club
Horário: a partir das 23:00
Ingresso: R$ 10,00 antecipado / R$ 15,00 porta

Postado por Diogo Dreyer