Arquivos para o mês de: outubro, 2007

Foi movimentado o fim de semana que passou…

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Neto Niggaz faz mistério na Eletrorock no Wonka no sabadão,

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… enquanto Click mandava no maximalismo.

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No Luxúria na Cats de sábado Oscar Bueno dá um olá…

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… enquanto que Kako, Angel e Dadá aprontaam no bar…

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… e a drag Willana Top dava um close, pra variar.

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E domingo teve a Farofa no Wonka, com povo fazendo dançinha na pista de cima…

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… o estilista Juliano Menegazzo e a agitadora Maçã ficam na pista de baixo…

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… enquanto DJ Pako e o promoter Renan Mendes passam pela cabine…

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… e Gil Riquerme anima a trilha da pistinha do porão…

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… e a DJ Gabi veio com seu clã sacudir a leseira do domingão.

Postado por Raul Aguilera

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A Unimix – 1a Semana de Mídia Contemporânea que aconteceu entre os dias 26 e 28 de outubro foi uma verdadeira central de intercâmbio de idéias entre universitários, artistas, promoters, músicos, jornalistas e DJs.

O encontro que se deu nas salas do bloco laranja da universidade Unicemp e no clube Yankee em Curitiba, teve uma média 30 alunos nas 17 palestras, nos quais falaram produtores e DJs locais, além de convidados de São Paulo, Campinas e Balneário Camboriú. Os assuntos foram desde como produzir um evento, a como divulgar música no mercado fonográfico atual, toques de produção em novos softwares, discotecagem até na arte de que envolve música e imagens dos novos VJs.

No final, além de muitas perguntas aos palestrantes, estabeleceram inúmeros contatos e intercâmbios entre os envolvidos, uma vez que esta foi uma oportunidade única na qual muitas cabeças pensantes estiveram sob um mesmo espaço debatendo tudo o que envolve o panorama atual da música eletrônica e afins.

O DJ e jornalista Camilo Rocha falou na abertura.
O DJ e jornalista Camilo Rocha falou na abertura.

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O DJ e produtor de festas Jejê dá dicas sobre como montar eventos.

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O DJ Leozinho no Yankee Bar no encerramento dos workshops.

Publicado por Raul Aguilera

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Recebí esta semana uma mensagem do Dudu Marote, que está na coordenação do projeto Motomix Novos Sons:

O Motomix deste ano tem um capítulo à parte.

Motomix Novos Sons.

Pra revelar novos artistas / produtores / bandas

Em várias categorias. Rock, música eletrônica, hip hop instrumental, instalação sonora.

Os selecionados de todas as categorias vão:

– passar uma semana num estúdio de ponta em São Paulo com tudo pago com orientação do ótimos produtores e mixando uma faixa
– masterização em Nova York com Michael Fossenkemper, q já trabalhou até com Herbie Hancock, Snoop Dog, Carl Craig, Sly & Robbie, Rinocerose, Underworld, Mercury Rev, Jungle Brothers, Super Furry Animals, Dizzee Rascal, Bill Laswell
– workshops com produtores de ponta
– abertura de uma das noites do Motomix antes dos shows internacionais

Inscrições se encerram logo: 5/11.

Veja tudo em:
http://www.motomix2007.com/

Postado por Raul Aguilera

Este blogueiro, seguindo a tradição anual do jabá que se perpetua no segundo semestre brasileiro graças à fartura de festas, festivais e shows, esteve no fim de semana passado no Rio de Janeiro para uma boca livre no Tim Festival, que tem lugar nesta quarta-feira (31) em Curitiba.

Infelizmente, não pude estar presente na sexta, quando se apresentaram ¾ das atrações que estarão em Curitiba: Hot Chip, Arctic Monkeys e Björk. Então deixo registrado aqui o que me foi contado pelos pares jornalistas.

Girl Talk

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Mas, primeiramente, tenho que falar da doidera indie-dance-mash-up-act do figura Gregg Gillis, a.k.a. Girl Talk. Com apenas um laptop em cima da mesa, o cara é dono da mais incendiária das performances. Acredite: “em se tratando de show”, foi a coisa mais insana que já vi na música eletrônica.Gillis foi colando samples em cima de samples enquanto a galera foi invadindo o palco. Em poucos minutos ele já estava sem o moletom, mordendo a camisa, distribuindo água e dançando com o povo, feliz da vida. Girl Talk pula, corre, dança, abraça, fala ao microfone e não samba nenhuma vez. Pena que devido ao pequeno atraso de três horas na Tenda Mash-up ele não pôde tocar mais do que uma hora. Mas imagino onde ia parar uma apresentação com mais tempo, já que em apenas 60 minutos o figura acabou apenas de cuecas.

The Killers

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Se a fama de Brandon Flowers já era de pastor – afinal, o moço é mormon – após o show da trupe no último sábado os curitibanos podem ter certeza de que verão na Pedreira Paulo Leminski uma “pregação” de boa música (desculpe, não resisti ao trocadilho).No Rio, Flowers se ajoelhava, olhava para cima, fechava os olhos, subia o mais alto que podia em cima das caixas e do piano, e cantava forte e entregue à sua música como se estivesse em um culto.

Apesar disso, nenhuma palavra sobre religião. Foram hits e mais hits na apresentação que certamente contou com a maior comunhão entre fãs e banda do evento, com coro de quatro mil vozes em When you were young e Mr. Brightside.

Julite and the Licks

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Se o rock é atitude, Juliete Lewis rules! Não é exagero considerar a moçoila que brinca de rock star entre um filme e outro como o Iggy Pop de saias. Pula, se joga no chão, cospe, vai pra galera e, quem diria, tem um belo vozeirão (apesar de que o que mais atiçou a platéia masculina no Rio foram outros atributos). Showzinho responsa, como disseram na Marina da Glória.Os demais…

Tentei assistir ao set do norueguês Lindstrom na tenda Disco House, mas o mega atraso matou a vontade. Falaram que foi ok, mas devagar quase parando. Antes do Girl Talk dei de cara com a apresentação rap/tambores do Spank Rock. Mas de batuque, o brasileiro entende mais. Talvez em outra ocasião conseguisse prestar mais atenção.

No sábado teve ainda a Tenda Funk, coisa que no Rio beira a histeria. Qualquer mulambento desconhecido que subia no palco era aclamado como o último rei da Escócia. Coisa para estudo antropológico.

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Pelo que me contaram, Björk esteve sublime no Rio, promovendo uma catarse na parte final de seu show, com o público a transformar a apresentação em uma pista de dança. Surpreendente!

Já o Arctic Monkeys – que não são muito de falar – deixaram a participação com a platéia, que cantou junto com os moleques as letras (mesmo que ninguém no Brasil entenda o que os caras cantam). Gostando ou não da banda, a vibração e entrega nos shows é inegável.

Sobrou ainda o papel de ilustre desconhecido para o Hot Chip, que vai abrir o festival em Curitiba, a partir das 19h. Pelo que se viu no Rio, vale a pena chegar mais cedo para conferir a apresentação.

Até sexta, entra uma análise mais completinha com as apresentações em Curitiba.

Postado por Diogo Dreyer, fotos Fotocom.net

Antes de entrar direto no assunto, é importante contextualizar o estado que eu estava ao assistir o show do Digitalism. Para começar, estava morrendo de medo. Explico: o local do show (Chop Suey) tinha conseguido transformar o show do Klaxons num dos piores shows que eu assisti nessa curta, porém frenética, temporada em Seattle. A casa é pequena, não possui um som dos melhores, tem luz demais e, pelo menos no show do Klaxons o show começou antes das nove da noite.

Tentando não perder o início da apresentação – como aconteceu com o Klaxons – cheguei às 20h. E errei de novo! Dessa vez duas bandas prometiam abrir e o Digitalism só entraria mesmo em cena às 23h. O jeito foi esperar no bar enchendo a cara de cerveja. A última banda (The Lone Ranger) não empolgou ninguém e, ao fim, fui pra frente do palco. E eis que surje uma garota maravilhosa ao meu lado fazendo o mesmo que eu e meus amigos… nada. Puxamos um assunto (o encantamento de todas as mulheres pela Björk) e em pouco tempo o show se iniciava.

Portanto vamos ao show, visto à partir do ponto de vista de um sujeito bêbado, em uma casa não favorável e ao lado de uma garota bem acima do patamar das meninas all-star bonitinhas de Seattle.

Digitalism

Os dois moleques alemães (Jence e Isi) subiram no palco composto basicamente por uma mesa de som gigante e uma bateria eletrônica. Entraram, falaram pouco e foram soltando uma música atrás da outra. Mesmo com o som fraco da casa, a platéia correspondeu pulando e cantando (na medida do possível) todas as músicas. Praticamente todas as batidas foram acompanhadas de palmas da galera, coisa rara por aqui, e em pouco tempo o calor dominava o ambiente, deixando o outuno chuvoso e frio de Seattle bem mais distante.

O show teve incessantes 50 minutos. O Digitalism tocou todas as músicas do álbum Idealism e não houve bis. No fim das contas, o duao entrou no palco, fez o básico, agradou a todos e foi embora com a sensação de dever cumprido. Até onde sei, o show que eles fariam no Brasil foi cancelado por motivos de cansaço. Talvez essa seja realmente a impressão final: o ritmo acelerado de shows cansou a dupla e eles estão agora só cumprindo a agenda com feijão e arroz.

Texto, foto e vídeo enviados pelo colaborador de Seattle Rodrigo Hermann

InterpolDepois de uma promoção relâmpago, dois dias antes do show, com ingressos à venda pela metade do preço original, o quarteto nova-iorquino Interpol se apresentou em Seattle no recém inaugurado WaMu Theater. E aqui vale uma nota sobre o local: com capacidade para sete mil pessoas, o teatro é, obviamente, gigantesco. Apesar da ótima qualidade de som e da parafernália de última geração, acabou não sendo a melhor opção para uma banda como o Interpol.

Há menos de um mês, os garotos do Arctic Monkeys mudaram o local do show em Seattle de última hora, provavelmente porque não tinham lotado o teatro. A gerência do Interpol decidiu vender dois-pelo-preço-de-um e mesmo assim, nem todos os assentos estavam ocupados. Além da sensação de casa vazia, a organização do teatro não deixou ninguém entrar com câmeras fotográficas (o que explica a ausência de fotos neste post – Nota do editor: pegamos uma no site dos caras só para ilustrar -).

Com todos os contratempos de lado, Paul Banks (guitarra e vocais), Daniel Kessler (guitarra e vocais), Sam Fogarino (bateria), Carlos Dengler (baixo e teclados) finalmente subiram ao palco, uns 30 minutos depois da fraca apresentação do Liars. Pioneer to the Falls, primeiro single de Our Love to Admire, abriu o show, seguida de Obstacle 1, do disco de estréia, Turn On the Bright Lights.

A mistura de novos hits com antigos sucessos deu o tom do show do quarteto em Seattle. O que saiu do setlist não foi diferente do que eles vêm tocando em festivais. Destaque para a animadinha The Heinrich Maneuver e a ótima No I in Threesome. Sem quase nenhuma interação com a platéia, apenas uns poucos “Thank you!”, a banda encerrou com Evil, de Antics.

Apesar da insonsa apresentação, sem muitas surpresas ou aquela sensação de satisfação em ver uma das melhores bandas da atualidade ao vivo, o quarteto nova-iorquino voltou para o bis. Começando com a melancólica NYC, seguida de Stella Was a Diver and She Was Always Down e PDA. Show competente, mas sem carisma.

Texo enviado pela colaboradora de Seattle Ana Karina Sato.

Anote esse nome: The Twelves. Anote e vá o mais rápido possível ver alguma apresentação deles por aí, enquanto os moleques ainda dão as caras no Brasil. Porque daqui a um ano, quando você ler alguma coisa sobre eles serem atração de algum mega-festival inglês ou americano, vai se lembrar que os viu antes e vai sentir uma ponta de orgulho disso.

The Twelves

O zumzumzum que envolve o duo João Miguel e Luciano Oliveira não é à toa. Prova disso é o que se viu no último sábado (20/10) durante a apresentação dos cariocas na Digital Rock. Foi um desfile de queixos caídos e bocas abertas de espanto e satisfação. A pista do Oxxy estava infernal: beirava os 50ºC, mas acho que os felizes presentes ferveram mais devido ao som da dupla, uma espécie de live P.A., DJ set, mashu-ups e bom gosto digno de dar inveja a Erol Alkan. Remixes corajosos de Justice, releituras de Erlend Oye e New Young Pony Club, e, claro, a faixa Boyz, criada pela singalesa M.I.A., mas feita famosa pelo Twelves. “Pois é”, gritava a pista.

A explosiva combinação saía de um pequeno laptop manuseado com alegria vivaz que se percebia pelo balanço da dupla, que acompanhava pra lá e pra cá as batidas perfeitamente seqüenciadas durante a apresentação. 2 Many DJs e Simian Mobile Disco fazendo escola.

Pobre Diplo. Atração principal da noite, pediu para tocar após a dupla. Também queria ver do que se tratava toda essa falação sobre os caras que remixaram sua ex-namorada. Ficou em pé, aguardando sua vez para tocar com cara de poucos amigos e certamente pensando em que coelho teria que tirar da cartola para superar o espetáculo que presenciava.

Sujeito escolado que é, tirou de letra. Montou seu Final Scratch, pôs a funcionar seu laptop (quem ainda precisa de vinil?) e em 20 minutos de funk carioca da gema ganhou a simpatia de meia centena de indies bêbados que culpavam o calor infernal pela estado etílico avançado. Admito, porém, que também gritei e pulei com Technotronic e seu Pump Up The Jam e os nossos moleques saidinhos do Bonde do Rolê (ah, vocês não acharam que Diplo viria a Curitiba e não homenagearia sua cria, não é?).

Ferveção na pista

A noite ainda teve a estréia do Our Gang, banda dos remanescentes da curitibana E.S.S., que emprestou ainda os falsetes da Ju Girardi em algumas faixas. Muita gente esperava para ver os caras, muita gente curtiu. Mas o que era o som? Space disco? French House? Ou como já usou Raul Aguilera para classificar o Midnight Juggernauts, indie-electro-act? Deixa essa geléia cair no Myspace

Quer mais? Teve o curitibano Péricles na sua faceta de Bo$$ in Drama. Mais um laptop, mais remixes: Killing the Dance (música própria do Bo$$, que eu achava ser um remix do Kanye West) do Kanye West, Bitch you up, do Yo majesty. A apresentação do moleque é killer, mistura interferências vocais, maximalismo, batidão e muita desconstrução. Não ganhou a atenção merecida porque fechou a pista, já no fim da festa. Mas, quem sabe, um dia você cruza com uma apresentação do guri quando der um pulo em Reading.

Postado por Diogo Dreyer, fotos por Narah Julia.

O Diogo já havia postado na 3ª edição do Weekend Shuffle Mix sobre a banda sueca Studio. Ouvi algumas coisas do duo Dan Lissvik e Rasmus Hagg e de fato o trabalho dos caras é imperdível. Indie/pop com alguma coisa que remete discretamente à space disco, e na minha opinião tanto “Yearbook 1” como “West Coast”, ambos álbuns lançados em 2007, são daqueles trabalhos pra ficar escutando várias e várias vezes sem parar,  muito provavelmente dois dos melhores lançamentos do ano. Acima um vídeo promocional de “West Coast”.

Mudando um pouco de assunto mas sem se aprofundar muito nele, até porque o musicness vai fazer uma geral completa da Digital Rock que rolou neste sábado (20/10) em Curitiba: a festa foi muito boa (mesmo). Diplo fez um set competente com muito baile funk na primeira hora, e depois reinaram mash-ups de simplesmente de tudo. Pista cheia e literalmente muito quente até o amanhecer. Ainda assim, na minha opinião quem roubou a cena mesmo foi o pessoal do The Twelves, com um set impressionante. Bem, mas já estou me estendendo demais aqui, esta semana eu, Diogo e Gil bolamos uma geral da festa com fotos e mais detalhes.

Publicado por João Anzolin

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Esta semana promete ser agitada no cenário eletrônico de Curitiba, e não é por causa de uma festa com algum top DJ internacional. Em vez da noite, o evento em questão acontece durante o dia, de sexta a domingo. Falo do Unimix – 1a Semana de Mídia Contemporânea, o primeiro encontro organizado pela universidade Unicenp e a AIMEC, envolvendo palestras, workshops, shows e até festas em clubes, que deve movimentar uma parte dos profissionais envolvidos com a noite da cidade, sejam eles DJ, VJ, promoter, produtor musical e público de clubes e festas de música eletrônica.

Os DJs Camilo Rocha e Leozinho, o produtor de festas e DJ Jejê, o publicitário James Pinto são alguns dos convidados que devem falar num dos 3 dias do evento (que vai de 25 a 28 de outubro), além

O tema escolhido deste encontro “Novas Mídias”, mas deve interssar em quem quer ficar a mais a par de assuntos como tecnologia aplicada à música, promoção de festas, selos fonográficos, engenharia de áudio, internet, celulares e podcast. E estudantes de áreas como comunicação social, comunicação visual, marketing, internet, decoração, arquitetura e até design de interiores devem ficar ligados.

Interessou? Clica no site da UNIMIX.

Postado por Raul Aguilera

The Twelves

A nova edição do apanhado de músicas do .::musicness::. abre com uma das atrações que se apresenta na Digital Rock, este sábado (20/10), na Oxxy. É a dupla The Twelves (foto), do Rio de Janeiro. Formado por João Miguel e Luciano Oliveira em 2005, o duo fez história quando tiveram a idéia de remixar Boyz, canção do recém-lançado disco da anglo-cingalesa M.I.A. Uma pá de blog pegou a música do Myspace dos caras, publicou e o zunzunzum levou o remix até a Radio 1 e boates em todo o mundo. Estou louco para ver a apresentação do Twelves – que tem esse nome devido à coincidência da data de nascimento dos integrantes: 12 de julho de 1980. Os dois estão tão hypados que a Modular Records, gravadora australiana que tem entre seus artistas Wolfmother, Klaxons e New Young Pony Club, encomendou a eles remixes de seus artistas.

E na próxima segunda-feira (22/10) sai disco novo só de remixes do Soulwax, a outra faceta do 2 Many Djs. Bom, lembra que há algumas semanas dei aqui no blog a notícia de que eles se apresentariam em Curitiba em novembro? Pois é. Parece que melou. No site deles já retiraram a data. Droga! Continuam, contudo, as gigs no clube carioca Katmandu (7/11) e no Pacha, em São Paulo (9/11). Voltando ao disco, o trabalho reúne um monte de remixes até já conhecidos da dupla, feitos a partir de faixas de gente como LCD Soundsystem, Gossip, Ladytron, Gorillaz. Escolhi para esse TWSM uma releitura dos caras para a faixa Phantom pt2, dos franceses do Justice, que ficou do caramba.

Falando na dupla, que foi tema de uma ótima resenha do Rodrigo Hermann aqui no blog, eles acabaram de lançar um remix caprichado de As Above, So Below, do Klaxons. Ficou com aquela cara de french house característico do Justice. Legalzão.

Já o Bloc Party parece ter ficado cansado de esperar alguém voltar a remixar suas músicas e lançou o single Flux. Batida eletrônica acelerada o tempo todo e a voz gostosa do Kele Okereke. Faixa imperdível. Se quiser ver o clipe, clica aqui.

Outro povo que vai se apresentar aqui em Curitiba em breve e que está com single novo na praça é o Hot Chip. Aliás, eles já deram a deixa de que o próximo disco, Made in the Dark, sai em fevereiro. Portanto, a apresentação no Brasil deve trazer novidades! A faixa, chamada I Became a Volunteer, segue o breakbeat lento característico da trupe, acrescido de sons estranhos de sintetizadores.

Na arena do rock propriamente dito, a turma das guitarras tem boas novidades. A primeira é o disco novo da adorada banda de Nova Iorque, Nada Surf. Alguém aí lembra do show deles aqui em Curitiba em 2004? Histórico. Pois o novo trabalho, Lucky, sai em janeiro, mas você já encontra alguma faixas dando sopa. Aí abaixo você pode ouvir See these bones.

Tem ainda Babyshambles, com Carry On Up The Morning, faixa que abre o novo álbum do garoto problema Pete Doherty. Sonoridade igual aos discos do Libertines, que soam igual ao Dirty Prety Things, que é idêntico ao primeiro do Babyshambles… Ah, você entendeu. Mas é legalzinho.

Da terra da Rainha tem ainda o single Atom, do Britsh Sea Power e a nova sensação Harrisons, que lança disco ainda este ano. A faixa aí abaixo, Wishing Well, mostra o bem estilo Clash/indie da banda. Vai dar o que falar.

E por fim, faixa do novo do Radiohead, Jigsaw falling into place. Você pode ler sobre o álbum neste post. Mas depois vai lá e compra o disco, né?

The Weekend Shuffle Mix Vol.IV

[MP3] Boyz – M.I.A. (The Twelves remix)
[MP3] Phantom Pt2 – Justice (Soulwax remix)
[MP3] As above, as below – Klaxons (Justice remix)
[MP3] Flux (Radio Rip) – Bloc Party
[MP3] I became a volunteer – Hot Chip
[MP3] See these bones – Nada Surf
[MP3] Carry on up the Morning – Babyshambles
[MP3] Atom –Britsh Sea Power
[MP3] Wishing Well – Harrisons
[MP3] Dear Constable – Harrisons

[MP3] Jigsaw falling into place – Radiohead

Postado por Diogo Dreyer