rivers.jpg

“A internet não garantiu a nós [Weezer] mais controle em relação à gravadora porque nós continuamos ligados por um acordo com eles para não lançarmos nossa música sem o consentimento deles. Mas eles geralmente deixam a gente fazer o que queremos, então não importa quem está oficialmente no controle.

Eu gosto de estar em contato com todos os tipos diferentes de ouvintes, incluindo os mais conservadores. Às vezes, esses ouvintes apontam para uma direção que eu não havia visto. Mas no fim do dia, meu voto é sempre em ir à direção que me deixa mais excitado.

Eu não escuto mais ao rádio porque os comerciais me deixam louco. Às vezes, contudo, olho para os charts para conhecer novas faixas. Das 33 músicas na minha lista de favoritos do iTunes atualmente, quatro eu descobri procurando em charts de rádios pops: Hannah Montana, Soulja Boy, uma faixa do Timbaland e uma do Fabolous. O resto eu descobri com indicações, em rádios universitárias, na imprensa musical e no podcast “Sound Opinions”.

Nos últimos dois anos, o Enimem provavelmente tem sido a minha maior inspiração; suas músicas têm muita criatividade, paixão, invencionices, além de serem completas. Mr. Brightside, do The Killers, também me balançou bastante. Mas há tanta boa música lá fora. Eu amo ter minha mente cheia por outros artistas.”

O shoegaze mais querido do mundo, Rivers Cuomo, fala várias coisas loucas em entrevista ao site Pichforkmedia.

Postado por Diogo Dreyer

Anúncios